Sobre mim
Ana Luísa Gonçalves
Terapeuta da Fala
Sou Terapeuta da Fala desde 2013, licenciada pela Universidade do Algarve. Ao longo de mais de 13 anos de prática clínica, o meu percurso foi moldado por contextos exigentes e por uma formação contínua que me permitiu aprofundar as áreas em que hoje me especializo.
Iniciei a minha atividade profissional na APPDA-Viseu, dedicada ao apoio a pessoas com Perturbação do Espectro do Autismo. Foi nesse contexto que se consolidou o meu interesse pela comunicação como ferramenta de inclusão — um foco que tenho vindo a desenvolver ao longo do tempo, não apenas na intervenção direta, mas também no trabalho com famílias e contextos envolventes.
Na Clínica Fisiátrica de Braga e no Serviço de Medicina Física e Reabilitação do Hospital da Póvoa de Lanhoso, trabalhei em Reabilitação Neurológica com adultos e idosos, acompanhando casos resultantes de lesões neurológicas e doenças neurodegenerativas, bem como utentes com Perturbações da Voz, que exigem tanto rigor técnico como sensibilidade clínica.
Na CERCI Braga, acompanhei jovens e adultos em sessões individuais e em grupo, com foco na promoção das competências de comunicação, fala e linguagem funcional no dia a dia, bem como no desenvolvimento das capacidades de comunicação e socialização em pessoas com perturbação neurológica.
Posteriormente, noutros contextos profissionais, como a COOP21, o CDIJA ou a AIA Braga, aprofundei a intervenção na comunicação, na linguagem e na utilização de estratégias que facilitam a participação nas diferentes áreas da vida, incluindo contextos sociais, familiares e educativos.
Ao longo deste percurso, desenvolvi projetos de intervenção em grupo na área da gaguez, integrando técnicas de expressão corporal e dramática adquiridas em formação na área do teatro. Participei também em iniciativas de turismo inclusivo com famílias, promovendo experiências acessíveis e adaptadas que valorizam a inclusão e o bem-estar. Paralelamente, estive envolvida em ações de formação e partilha de conhecimento na área da comunicação.
As consultas online são uma extensão desse trabalho — uma forma de garantir que o acesso a acompanhamento especializado não depende de fatores geográficos ou logísticos.
Formação e certificações
Licenciatura
Terapia da Fala — Universidade do Algarve (2009–2013)
Pós-graduação
Intervenção Terapêutica Motora Oral e Facial — Instituto EPAP (2015–2016)
Especializações
Comunicação Aumentativa e Alternativa — Instituto CRIAP (2024–2025)
Certified Autism Specialist — Autism Behavioral Training (2021)
DIRFloortime Training Program 101 — ICDL (2021)
PECS — Picture Exchange Communication System — Pyramid Educational Consultants (2024)
Formação complementar
Análise Comportamental Aplicada no Autismo — Fundação Bissaya Barreto (2015)
Disfagia e Neurodesenvolvimento — Centro Educacional Integrado (2015)
Linguagem MAKATON — Ahptus Academia (2016)
Terapia Snoezelen — Forbrain Snoezelen Room (2017)
Hidroterapia — Akuafit (2020)
Dificuldades Alimentares na Infância — Centro Integrado de Terapias (2021)
Apraxia de Fala — CDIJA (2022)
Tratamento Gaguez — Paula Moura (2022)
Processamento Auditivo Central — SeedGO (2023)
Motricidade Orofacial — SOS Fono (2024)
Perturbação Alimentar no Autismo — SeedGO (2025)
IA para o Sector Social e da Saúde — SeedGO (2025)
Congressos e Simpósios
Fórum de Neurologia — Norag (2020)
Congresso Transtorno do Espectro do Autismo — conoTEA (2021)
Congresso de Patologias da Voz — SSFP (2022)
A minha abordagem
Avaliação rigorosa como ponto de partida
Antes de qualquer plano terapêutico, há um processo de avaliação — das dificuldades actuais, do contexto de vida e dos objectivos que são prioritários para cada pessoa. Não existe intervenção eficaz sem essa compreensão inicial. É a avaliação que torna o trabalho seguinte significativo.
Baseada em evidência
Cada decisão clínica é sustentada por investigação atual e por formação contínua. O trabalho reflete aquilo que a ciência recomenda.
Centrada na pessoa
Um plano terapêutico eficaz parte sempre da pessoa — dos seus objectivos, da sua história, das suas circunstâncias concretas. Não existem abordagens universais. Existe um percurso desenhado à medida, com metas que fazem sentido para a vida real de quem o percorre.
Colaborativa
A comunicação acontece em contexto. A capacitação de parceiros de comunicação é fundamental e o envolvimento familiar é valorizado — porque quem convive diariamente com a pessoa é um aliado essencial do processo terapêutico. Quando pertinente, o trabalho também é articulado com outros profissionais de saúde ou outros contextos relevantes para a pessoa que está em acompanhamento terapêutico.
Pronto para dar o primeiro passo?
Não é necessário ter tudo definido. O primeiro passo é, muitas vezes, o mais simples — entrar em contacto. A partir daí, construímos o caminho juntos.
Marcar Consulta